Meet Our Team

Talented individuals working together to create amazing experiences

Clara Sefair

Mestra em Arte e Design para o Espaço Público (FBAUP) e arquiteta-urbanista (UFJF-MG). Nascida na zona da mata de Minas Gerais, neste momento vive e aprende-ensina com a cidade do Porto, Portugal. Entre mediação, cartografia, jogos, brincadeiras, em processo e em coletivo.

Projeto Cercar-te

Sob a égide do Programa Escolhas, é promovido pela Espaço T – Associação para o apoio à integração social e comunitária. Localiza-se no Bairro do Cerco do Porto desde 2013. Tem como principais destinatários jovens dos 6 aos 30 anos e como principal objetivo o combate à exclusão social e o reforço da igualdade de oportunidades.

Equipa Cercar-te

Adelaide, Alexandre, Álvaro, Andreia, André, Ângela, Benedita, Bianca, Bruno, Daniel, Daniel, Danilo, Diego, Donai, Elias, Enzo, Francisco, Gerson, Horácio, Ionara, Iris, Isabel, Joana, Jorge, José, Kevin, Kyara, Laura, Lorena, Luan, Luena, Marcos, Mariana, Mário, Mário, Maya, Miriam, Miro, Naiara, Nair, Odete, Prince, Rafael, Ricardina, Ruben, Rui, Sarayma, Valquíria, Vítor, Yuri, Yuri e Zaqueu.

Gabriela Rezende

Mestra em Design Gráfico e Projetos Editoriais (FBAUP) e arquiteta e urbanista formada (UFMG/USACH). Mineira de Belo Horizonte, atualmente vive no Porto. Atua na Fresta Coletiva como designer em projetos colaborativos. É membro do Espaço Comum Luiz Estrela e das Arquitetas sem Fronteiras

Luis Guterres

Luís é licenciado em Comunicação Audiovisual e trabalha entre o documentário e o audiovisual. Foi co-guionista e diretor de fotografia da curta Non Finito (2022). Desenvolve o seu trabalho sobretudo em Campanhã, onde cofundou o projeto Campanh’UP e colabora com associações locais na documentação de dinâmicas sociais. Integra a Associação Ekun Circo Social, dinamizando treinos abertos na Escola do Cerco do Porto.

Iconoclasistas

Iconoclasistas é um coletivo argentino formado por Julia Risler e Pablo Ares que usa design gráfico, cartografia crítica e trabalho colaborativo para criar mapas e ferramentas visuais que questionam narrativas dominantes e apoiam processos de reflexão e resistência comunitária. Desenvolvem oficinas de mapeamento coletivo e pesquisas participativas que articulam arte, pedagogia e ativismo territorial.

Donna Haraway

Donna Haraway é filósofa, historiadora da ciência e teórica feminista norte-americana. Professora emérita da Universidade da Califórnia, é autora do influente Manifesto Ciborgue e de obras que articulam ciência, tecnologia, política e ecologia, propondo novas formas de pensar as relações entre humanos, máquinas e outras espécies.

Nicolau

NICOLAU, Cerveira, PT, 1986. Tem trabalho gráfico e de ilustração para clientes como Kosmicare, Abraço, Quercus, Casa da Música, Bibliotecas de Lisboa, Esporão, Cultugest, entre muitos outros. Ilustrou dois livros premiados editados pela Pato Lógico. Tem vindo a pesquisar o desenho brincante e partilhado, tanto no Desenháculo (diálogos desenhados ao vivo), como em oficinas com adultos e crianças. Na música, faz parte dos doismileoito, acompanhou Nuno Prata ao vivo e editou como Domenico Laudas «Território Marcha Lenta», de 2024. Criou com Joana Estrela a peça de formas animadas «Dois Ratos», co-produção do Lu.Ca Teatro Luís de Camões, combinando o desenho, a narrativa, a música e a escrita de canções.

Pedro Dalai

Pedro Gomes, também conhecido como Dalai, é artista visual do Rio de Janeiro. Iniciou-se no graffiti em 2016 e estuda Artes Plásticas na Universidade de Belas-Artes do Porto. A sua prática aborda temas como acessibilidade, exclusão social e memória, recorrendo a múltiplas técnicas. Trabalha com comunidades periféricas, usando o graffiti como ferramenta artística, pedagógica e política.

Vinciane Despret

Vinciane Despret é filósofa e psicóloga belga. O seu trabalho cruza etologia e filosofia da ciência, investigando as relações entre humanos e outros animais. É autora de Autobiografia de um Polvo, entre outras obras que propõem formas experimentais de pensar o conhecimento e a convivência entre espécies.

Nuno Moutinho

Artesão de vasculhos medievais. Naturalista desde cedo com muita vontade de passar conhecimentos ambientais aos mais jovens. Muito preocupado pelo planeta que vivemos e como o entregamos no final desta vida.

Bruno Prudêncio

Bruno Prudêncio é Educador Social no Espaço T. Português de etnia cigana e ativista étnico, o seu trabalho centra-se na promoção da inclusão social e da diversidade, através da facilitação do diálogo e da mediação de conflitos em contextos interculturais. Foi o desenvolvedor do Clube da Interculturalidade na Escola do Cerco, Porto. Com uma intervenção próxima das comunidades, contribui de forma ativa para o desenvolvimento comunitário e para o reforço da coesão social na cidade.

Tim Ingold

Tim Ingold é antropólogo britânico, professor na Universidade de Aberdeen. O seu trabalho explora as relações entre humanos, ambiente e tecnologia, com enfoque em antropologia social, ecologia e estudos sobre percepção, prática e aprendizagem ao longo da vida.

Pedro Bitencourt

Pedro é ítalo-brasileiro e vive e trabalha no Porto desde 2016. Formado em Engenharia de Produção, integra atualmente o Mestrado em Arte e Design para o Espaço Público (FBAUP). Desenvolve uma prática interdisciplinar que cruza arte, ambiente, corpo e território, envolvendo música, desenho, colagem e paisagens sonoras, com interesse em processos colaborativos e intervenções no espaço público.

Luciana Bastos

Luciana tem formação entre as Artes Plásticas, Projetos Editoriais e Ilustração, sua produção é interdisciplinar e materializa-se principalmente no desenho, ilustrações, livros de artista e narrativas visuais. Há 8 anos Luciana circula pelas ruas do Porto, e outras cidades, com sua galeria itinerante sobre as rodas de uma bicicleta. O projeto ‘Giro on Wheels’ possibilita viver e ritualizar sua maneira de Girar no mundo. A imersão no espaço público a permite criar com liberdade de expressão popular, explorando a pluralidade de experiências e relações entre corpo e paisagem. Da vivência no contexto urbano e do movimento entre paisagens naturais e internas, criam-se estórias que se concretizam em mini publicações independentes ou imagens que transitam entre o real e o imaginário, o existencial e o efémero.

Ao passar a palavra comunidade de conceito para ferramenta, And Lab (2019) enuncia uma comunidade que não fala de coerência, consenso, identidade, homogeneidade, semelhança, universalidade ou igualdade. Comunidade, fala, então, de uma potência, do que ‘podemos vir a ser e vir a poder’:

comunidades sempre temporárias e experimentais que são um “desdobrar ilimitado do ‘problema do juntes’ em um sem-número de arranjos contingentes (…) a comunidade é aquilo que nos ‘pode acontecer’ justamente por estarmos imersos num socius no qual se escancara a dissimetria incontornável introduzida por outre (…) "

(And Lab, 2019: 30 -33).


Este trabalho é feito em comunidade. 

Acompanhamos e assistimos umas às outras em um corpo coletivo múltiplo, que toma forma a cada encontro. 

A cartografia é praticada com o bairro, es mediadores, convidades, visitantes, mães, pais, tias, primas, avôs, avós, crianças, jovens, cães, pássaros, árvores, rios… 

Somam-se nossos saberes, andanças, leituras e afetos.

brincamos e aprendemos em companhia